quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Relatos anais uma professora


Nesta terça-feira véspera de feriado, mais precisamente as 9:00 horas da manhã, quando exercia a profissão que me escolheu, professora, fui mandada por um indivíduo no auge dos seus experientes 10 anos de idade, com toda licença de todos vocês: “tomar no cú ”. Assim como uma coisa corriqueira, tomar café, tomar banho, fui eu mandada tomar no cú.
Aí pensei, teria ele confundido a minha profissão com outra iniciada pelo mesmo grupo consonantal / PR/, onde esse ato é de fato corriqueiro e remunerado? Ou teria eu sido escolhida pela profissão errada?
A questão é que  passei parte do feriado pensando em uma mãe histérica achando normal a situação e querendo que eu e todo corpo escolar admitíssemos que isso de fato é normal, afinal o menino não sabia o que estava fazendo, ou ele está acostumado a tratar todos assim, não sabia que o professor era diferente... e em mais esse episódio tragicômico que se transformou a educação lembrei-me  de um periódico escrito por um colega da faculdade cujo nome era “no cú”. “No cú” líamos e discutíamos de tudo um pouco, mas garanto que jamais imaginaríamos “no cú’ que a educação entraria e, sinceramente onde essa penetração arbitrária ia e irá nos levar...